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A semifinal da Supercopa de Futsal entre Joinville e Magnus, disputada na noite desta sexta‑feira (27), no ginásio Caldeirão do Galo, em Erechim, foi paralisada por cerca de 10 minutos após um suposto caso de racismo. O episódio ocorreu no momento em que as equipes se organizavam para as cobranças de pênaltis, depois do empate no tempo normal e também na prorrogação.

Kleyton, goleiro do Joinville, relatou ter sido chamado de “Vera Verão” por um torcedor que estava posicionado nas escadas atrás de um dos gols da quadra. A expressão foi considerada ofensiva e de cunho racista, em alusão à cor da pele do atleta. 

Após a denúncia feita à arbitragem, foi acionado o protocolo antirracismo da FIFA, que prevê a interrupção imediata da partida para apuração da ocorrência.

O torcedor apontado pelo jogador foi identificado e retirado do ginásio pelo policiamento. Segundo o Joinville, Kleyton irá registrar boletim de ocorrência sobre o caso. Com a situação controlada, a arbitragem autorizou a retomada do confronto, que acabou decidido nas penalidades máximas. O Magnus venceu por 5 a 3 e garantiu vaga na final da Supercopa de Futsal.

Além da disputa pelo título, a Supercopa de Futsal também vale uma vaga na Libertadores da América de Futsal. O campeão assegura presença no torneio continental, que será disputado em maio, na cidade de Carlos Barbosa, na Serra Gaúcha. Atlântico e Traipu decidem neste momento quem será o segundo finalista da competição, que enfrentará o Magnus na decisão.

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