Conta internacional Wise muda regras e taxas de saque: agora, só uma retirada grátis por mês
A conta digital da Wise informou aos clientes que, a partir de 1º de maio de 2026, haverá mudanças importantes nas regras de saque em caixas eletrônicos. A principal alteração é a redução do número de retiradas gratuitas mensais: de duas para apenas uma.
Além disso, a taxa fixa para saques excedentes sobe de R$ 6,50 para R$ 20, enquanto a taxa variável de 1,75% sobre valores que ultrapassavam o limite mensal será eliminada.
À primeira vista, a mudança pode parecer simples. No entanto, o impacto no bolso vai depender bastante do perfil de uso de cada cliente.
O que muda na prática?
Veja o comparativo entre o modelo antigo e o novo Wise :
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United confirma retorno de cartão co-branded no Brasil e reacende expectativa no mercado de milhas
| Regra | Modelo antigo | Modelo novo (a partir de 01/05/2026) |
|---|---|---|
| Saques grátis por mês | Até 2 saques gratuitos | 1 saque gratuito |
| Limite mensal sem taxas | Até R$ 1.400/mês | Sem limite de valor no 1º saque |
| Taxa fixa após o gratuito | R$ 6,50 por saque (a partir do 3º) | R$ 20 por saque (a partir do 2º) |
| Taxa variável | 1,75% sobre o valor excedente | Eliminada |
O ponto mais relevante é que o primeiro saque do mês poderá ser de qualquer valor sem cobrança, mas o segundo já terá custo fixo de R$ 20 — independentemente do montante retirado.
Piorou para quem divide o saque
Quem costumava fazer dois saques mensais dentro do antigo limite pode sentir o impacto imediatamente.
Exemplo: dois saques de R$ 700 (totalizando R$ 1.400 no mês).
- Antes: R$ 0 (dois saques gratuitos dentro do limite)
- Agora: R$ 20 (porque o segundo saque já será tarifado)
Ou seja, quem dividia o dinheiro para ter mais controle ou segurança agora pagará taxa fixa relevante. Quanto menor o valor retirado, maior será o peso percentual dos R$ 20 sobre o saque.
Melhorou para quem saca valores altos
Por outro lado, a mudança pode ser vantajosa para quem movimenta valores maiores.
Exemplo: dois saques que somam R$ 4.000 no mês (R$ 2.000 + R$ 2.000).
- Antes: pagava 1,75% sobre o excedente de R$ 2.600 (4.000 − 1.400), o que dava R$ 45,50 — podendo haver ainda taxa fixa dependendo da regra aplicada.
- Agora: paga apenas R$ 20 pelo segundo saque.
Como a taxa percentual foi eliminada, quem saca valores elevados tende a pagar menos do que antes.
A tendência é usar menos dinheiro físico
Na prática, a nova regra incentiva o cliente a concentrar o saque em uma única retirada mensal.
Isso acompanha uma tendência global: em destinos muito visitados por brasileiros — como países da Europa, Estados Unidos e Chile — é cada vez mais comum pagar praticamente tudo no cartão, até pequenas despesas. Em alguns lugares, o dinheiro físico já é pouco utilizado.
Ainda assim, há situações em que o saque é necessário, seja por emergência ou por exigência local. Por isso, entender as novas regras ajuda a evitar surpresas desagradáveis.
Vale a pena continuar usando?
A Wise continua sendo uma das contas internacionais mais utilizadas por brasileiros para viagens e compras no exterior, principalmente pelo câmbio comercial e transparência nas taxas.
No entanto, com as novas regras, o ideal é:
- Planejar os saques com antecedência
- Concentrar valores em uma única retirada mensal
- Priorizar pagamentos no cartão sempre que possível
A mudança não é necessariamente ruim — mas exige adaptação. Para alguns perfis, haverá economia. Para outros, aumento de custo.
Tags: Wise, conta internacional, saque no exterior, taxas Wise 2026, cartão internacional, viagem internacional, câmbio, fintech
A expansão dos cartões co-branded da United Airlines acaba de ganhar um novo capítulo importante para o público brasileiro. A companhia aérea anunciou oficialmente o retorno do seu cartão de crédito no Brasil, reforçando sua estratégia internacional de fidelização e ampliando as possibilidades para quem deseja acumular milhas no programa MileagePlus.
O anúncio foi feito por meio de comunicado de imprensa, no qual a empresa detalha que novos cartões serão lançados nesta primavera não apenas no Brasil, mas também no Canadá e no Reino Unido. A movimentação mostra que a United pretende fortalecer sua presença fora dos Estados Unidos por meio de parcerias financeiras estratégicas.
Acúmulo de milhas MileagePlus no Brasil
Com o novo cartão, os portadores poderão acumular milhas diretamente no MileagePlus, programa de fidelidade da companhia estadunidense. A proposta é permitir que clientes acompanhem recompensas e ganhos ao longo do ano por meio do Centro de Benefícios para Membros da United.
Atualmente, a empresa já possui cartões elegíveis em territórios dos Estados Unidos e em diversos mercados internacionais, incluindo Costa Rica, Equador, El Salvador, Guam, Guatemala, Honduras, Hong Kong, Israel, Japão, México, Panamá e Saipan. A inclusão do Brasil reforça o peso do mercado latino-americano na estratégia da companhia.
Bradesco pode estar por trás da operação
Embora o banco emissor ainda não tenha sido oficialmente confirmado, um detalhe chamou atenção no ano passado. O Bradesco publicou em seu arquivo de tarifas de anuidade a existência de um cartão chamado Bradesco Visa Infinite United MileagePlus.
Na ocasião, o produto aparecia com anuidade de R$ 1.250 (aproximadamente 12 parcelas de R$ 105). O nome indicava bandeira Visa Infinite, posicionando o cartão em um segmento premium, voltado ao público de alta renda e viajantes frequentes.
Agora, com a confirmação oficial da United sobre o lançamento no Brasil, cresce a expectativa de que o produto finalmente entre em vigor nos próximos meses. Ainda não está claro se o cartão será exclusivo do Bradesco ou se outras instituições financeiras poderão firmar parceria com a companhia aérea.
Oportunidade para viajantes frequentes
O retorno de um cartão co-branded da United no Brasil pode representar uma oportunidade estratégica para passageiros que viajam com frequência aos Estados Unidos e outros destinos operados pela companhia e pela Star Alliance.
Cartões co-branded costumam oferecer benefícios como:
-
Acúmulo acelerado de milhas
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Bônus de adesão
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Benefícios em voos (como prioridade de embarque e franquia de bagagem)
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Acesso facilitado a upgrades ou categorias elite
Se o produto seguir o padrão internacional da United, é possível que traga vantagens relevantes para o público brasileiro que concentra gastos elevados no cartão de crédito e busca acumular milhas diretamente em um programa internacional.
Mercado de cartões aéreos volta a aquecer
O anúncio também sinaliza um possível aquecimento no mercado de cartões de crédito vinculados a companhias aéreas no Brasil. Após um período mais tímido nesse segmento, a entrada (ou retorno) de uma gigante global como a United pode estimular novas parcerias e aumentar a competitividade entre bancos emissores.
Para quem já acumula milhas em programas nacionais, o novo cartão pode representar uma alternativa interessante de diversificação, especialmente para quem costuma emitir passagens para América do Norte, Europa e Ásia utilizando parceiros da Star Alliance.
Agora resta aguardar os detalhes finais: estrutura de pontuação, bônus de boas-vindas, benefícios em viagens e confirmação do banco emissor.
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Tags: United Airlines, MileagePlus, cartão co-branded, milhas aéreas, cartão United Brasil, Bradesco Visa Infinite, cartão internacional, programa de fidelidade
🎯 Estratégia do banco
A decisão é vista como uma estratégia de redução de custos e de alinhamento ao ecossistema da bandeira Visa.
Ao concentrar os acessos no Visa Airport Companion (Dragon Pass), o banco simplifica a operação e reduz despesas com múltiplos programas de salas VIP.
📌 Impacto para o cliente Aeternum
Para o público do Aeternum — cartão voltado à alta renda e segmento private — o impacto dependerá do perfil de uso:
- Quem utiliza principalmente salas no Brasil → impacto praticamente nulo
- Quem usa salas internacionais → pode continuar acessando via Dragon Pass
- Quem preferia especificamente o LoungeKey → passará a pagar por visita
É importante verificar se as salas que você costuma utilizar estão disponíveis também no Visa Airport Companion.
📝 Conclusão
O Bradesco Aeternum Visa Infinite passa por uma mudança relevante em 2026, com o fim do LoungeKey gratuito. No entanto, o cartão mantém acesso ilimitado às salas próprias do banco e ao programa Visa Airport Companion (Dragon Pass).
A alteração reforça a tendência dos bancos de otimizar custos mantendo benefícios considerados estratégicos.
Informações baseadas em comunicados oficiais vigentes até o início de 2026.
BRB vai quebrar? Entenda o que está acontecendo após o caso Banco Master
Nos últimos dias, cresceu nas redes sociais a dúvida: o BRB vai quebrar? A pergunta ganhou força após novos desdobramentos envolvendo o chamado “caso Banco Master” e o pedido do ex-presidente do banco para prestar novo depoimento à Polícia Federal.
Mas afinal, existe risco real de quebra do banco? Veja o que se sabe até agora.
O que está acontecendo?
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, solicitou à Polícia Federal um novo depoimento no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.
O caso envolve a aquisição, por parte do BRB, de cerca de R$ 12 bilhões em carteiras que posteriormente foram consideradas inexistentes. Durante as negociações, também houve tentativa de compra do Banco Master.
Segundo declarações já prestadas, o BRB teria:
- Excluído R$ 51,2 bilhões em ativos e passivos na negociação;
- Recusado cerca de R$ 5 bilhões em ativos após análise de risco e compliance;
- Aplicado um deságio estimado em R$ 3 bilhões nas operações;
- Conseguido repor aproximadamente R$ 10 bilhões com ativos substitutos.
O ex-presidente afirma que ainda há pontos a serem esclarecidos.
Isso significa que o BRB está quebrando?
Até o momento, não há qualquer anúncio oficial indicando risco de quebra do BRB.
É importante entender alguns pontos:
1️⃣ O BRB é um banco público
O Banco de Brasília é uma instituição controlada pelo Governo do Distrito Federal. Bancos públicos costumam ter respaldo institucional maior em situações de estresse financeiro.
2️⃣ O caso está sob investigação
O fato de haver investigação não significa insolvência. Trata-se de apuração sobre decisões estratégicas e possíveis irregularidades envolvendo ativos.
3️⃣ Não houve intervenção do Banco Central
Até agora, não existe intervenção, liquidação ou medida cautelar por parte do Banco Central do Brasil contra o BRB — algo que normalmente ocorre quando há risco sistêmico relevante.
Existe risco para correntistas?
Em qualquer banco autorizado a funcionar no Brasil, depósitos dentro do limite estabelecido contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), atualmente até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira.
Até o momento, não há sinalização de corrida bancária, bloqueio de saques ou problemas operacionais no BRB.
Por que o mercado ficou atento?
O alerta surgiu porque:
- O valor envolvido na negociação é alto (bilhões de reais);
- O tema envolve carteiras consideradas inexistentes;
- Há desdobramentos na esfera policial.
Casos desse tipo geram preocupação reputacional e podem afetar temporariamente a confiança do mercado — mas isso não significa, automaticamente, insolvência.
O que observar daqui para frente?
Para avaliar qualquer risco real, é importante acompanhar:
- Comunicados oficiais do BRB;
- Eventuais manifestações do Banco Central;
- Divulgação de balanços e indicadores de capitalização;
- Desdobramentos da investigação.
Sem esses elementos apontando deterioração financeira estrutural, falar em “quebra” é precipitado.
Conclusão
Até o momento, não há confirmação ou indício oficial de que o BRB vá quebrar. O que existe é uma investigação envolvendo operações passadas relacionadas ao Banco Master.
O cenário exige acompanhamento, mas não há sinalização concreta de colapso financeiro.
Como sempre em momentos de incerteza, a melhor estratégia é buscar informações em fontes oficiais e evitar decisões baseadas apenas em boatos ou especulações de redes sociais.