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O governo paulista anunciou reforço da vacina contra a febre amarela na região do Grande ABC, composta por sete municípios e parte da região metropolitana de São Paulo. 

A medida foi adotada após a morte de um primata não humano na cidade de Santo André.

O estado tem, até o momento, nove casos da doença em humanos, dos quais cinco mortes. 

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Segundo a secretaria estadual de Saúde de São Paulo, a presença do vírus em primatas indica risco de transmissão em áreas de mata, parques, unidades de conservação e regiões próximas a corredores ecológicos.

Em Santo André, a vacina é recomendada para crianças a partir de 6 meses de idade. As crianças entre 6 e 8 meses devem receber a chamada “dose zero”. Idosos com 60 anos ou mais, gestantes e mulheres que estejam amamentando crianças de até 6 meses também podem ser vacinados, após avaliação médica. 

As cidades de São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra já tem recomendação para vacinação de quem frequenta áreas de risco ou não fizeram o ciclo completo de imunização, a partir de nove meses de idade.

Aqueles que receberam a vacina fracionada em 2018, último surto da doença no estado, devem receber nova dose completa.

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Febre amarela

A febre amarela é transmitida por mosquitos em áreas silvestres. 

Não há transmissão direta entre pessoas ou entre primatas e humanos.

Não há registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.

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