Esdrúxula a manifestação de um jogador de futebol em relação a seu tratamento. A polemização de tão “importantes” entrevistas é o que vale para muitos.
Mas não para os que conhecem o dia a dia, o perfil de profissionais de estirpe ímpar, e mais, de espírito colaborativo, ético, profissional e doutores no que fazem.
Refiro-me ao Dr. Constantino Calapodópolos, Homem de Bem, chefe do Departamento Médico e com 40 anos de dedicação ininterrupta a toda família USC.
No seio deste mesmo departamento, se encontram fisioterapeutas, aliás, ex-jogadores do glorioso, Juninho Alencar e Gustavo Piau, que nos seus mais de 5 anos de dedicação, fizeram mais de 4500 atendimentos e tratamentos.
Olha se somarmos as horas de dedicação e trabalho de todos os profissionais a causa USC, estas sem dúvida, foram escovalhadas para baixo do tapete dos sem nexo, pela manifestação incoerente, descabida e sem respaldo dos Homens que navegam na retidão.
Para ilustrar, certa vez li em um compêndio:
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico para e pergunta: “Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?” O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e indaga: “Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?” Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico: “Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?”.
Moral da estória: Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.
O conhecimento adquirido nos anos de estudo, e olhe que são muitos, nos estudos científicos desprendidos, nas condutas médicas apropriadas, no espírito voluntarioso e colaborativo de TODOS os profissionais do Departamento Médico, são muito mais valiosos, que uma posição desvalida e descaracterizada pelo amadorismo de causa.
O meu repúdio como torcedor e colaborador do USC ao pronunciamento promovido e dirigido ao Departamento Médico, pois, deixando de lado os títulos e lembrando o valor dos Homens, Constantino Jorge Calapodopulos, Alencar de Sousa Gonçalves Júnior e Gustavo Carvalho Nogueira, são indiscutivelmente, detentores da retidão ético-moral, sejam elas no campo profissional e particular.
Que a mão da justiça seja estartada e aplicada e que o meu pensamento expresse meu apoio incondicional à Diretoria Médica e Fisioterápica do USC.
Nossas dificuldades continuam, o apoio é escasso, mas, nossa força se aloja nos Homens de Bem.
Aluizio Cezar Valladares Ribeiro